Jornalismo Universitário

Este Bliog trata dos tropeços de uma jovem estudante de Jornalismo, a procura de conhecimentos acerca de sua futura profissão.

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24.04.07

Debate com o Ministro Hélio Costa

No dia 03/05 as 19h30 no  Auditório da Faculdade Promove - Rua Timbiras 1.514 Centro . entrada Franca

O ministro das comunicações Hélio Costa, é o convidado para discutir o tema O novo cenário da comunicação brasileira -Lei geral -Tecnologia digital e rede pública de tv.

Mineiro de Barbacena (MG), Hélio Costa é jornalista e construiu sua carreira no rádio e na TV, onde foi correspondente internacional da Rede Globo e ingressou na política em 1986, ao ser eleito deputado federal. Em 1990 e 1994, candidatou-se ao governo mineiro, mas foi derrotado nas duas oportunidades. Em 1998, elegeu-se deputado federal e, quatro anos depois, foi eleito senador por Minas Gerais. Em agosto de 2005, Hélio Costa foi nomeado pelo presidente Lula ministro das Comunicações, cargo que continua ocupando no segundo mandato do petista.

Para debater junto com o ministro, estarão presentes o presidente da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murilo de Andrade e o presidente da Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas, Rodrigo Lucena. O mediador será o presidente licenciado do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG), Aloísio Lopes.

Maiores Informações: : www.jornalistasdeminas.org.br e eventos@sjpmg.org.br

(31) 3224-5011

  • criado por  adrianagabriel2007 criado por adrianagabriel2007
  • Postado em 20:34:29

21.04.07

Arte que se Compra

Relação entre o público e obra de arte hoje está restrita ao simples consumo

Qual é a importância de uma obra de arte ser única? Em seu texto mais conhecido, “A Obra de Arte na Época de sua Reprodutibilidade Técnica”, o filósofo Walter Benjamin discute essa questão. Membro da Escola de
Frankfurt, movimento do início do século XX que pensa o caminho trilhado pela sociedade do espetáculo, Benjamin acredita que a unicidade da obra é característica de uma produção não-industrial. A
intervenção do homem produz obras de arte únicas, impossíveis de se reproduzir e, por isso, dotadas de aura. Por exemplo, um músico em uma orquestra. Seu espetáculo é singular e acessível apenas a quem
assiste ao concerto. A impossibilidade de reprodução é
o que caracteriza a aura de sua música.

As técnicas de reprodução mudaram o relacionamento das pessoas com as obras. Criadas pelo desenvolvimento capitalista do século XX, essas técnicas não foram responsáveis apenas por reproduzir cópias de antigas obras, mas criaram formas de arte que não existiriam sem a indústria, como o cinema e a fotografia. Isso altera toda a relação do artista com seu trabalho, e da obra com o público.

Apesar da aceitação desse conceito, a delimitação dada à aura por Benjamin não é um consenso entre os pesquisadores. “Apesar da importância teórica, o conceito de aura não tem uma aplicação prática muito boa. Isso porque mesmo a obra única permite várias interpretações, que maleabilizam sua aura”, explica Euclides Guimarães, sociólogo e professor de Teorias Sociais Contemporâneas da Puc Minas e de História da Arte da FEA. Mas ele localiza o contexto empregado pelo filósofo para tratar da perda dessa aura. “Há em Benjamin uma preocupação em mostrar como as técnicas de eprodução alteraram sua unicidade, e a relação das pessoas com essa obra de arte”, completa.

Ainda assim, Euclides acredita que as críticas feitas à Escola de Frankfurt não derrubam seus aspectos fundamentais. “Ela mostra como aparece um novo homem do ponto de vista ideológico, regido pela sedução e relacionado com a publicidade. Isso nos permite entender porque nosso tempo é o tempo das imagens e dos simulacros”, define.

Douglas Garcia, professor de filosofia da FCH, prefere usar o termo singularidade para pensar em aura. “Aura é um termo muito carregado, que remete a uma separação, a um culto quase mágico do objeto. Não
deve haver esse distanciamento entre obra e público”, analisa. Para ele, a singularidade está presente, mesmo com a reprodução. “Uma obra é um indivíduo, e mesmo com a reprodução pode haver unicidade. Basta não ficar preso ao domínio técnico e à simples reprodução de um conceito dominante”, conclui. A Sociedade de consumo .

A criação artística hoje é deturpada, em muitos aspectos, pela relação que a obra de arte estabelece com o consumo. Para se ter acesso a um bem cultural é necessário seguir uma relação com o mercado, que
obedece a leis próprias de circulação da mercadoria, divergentes dos ideais artísticos pretendidos. O apelo mercadológico necessário para sua venda descaracteriza o objeto – moldado não segundo padrões artísticos, mas de mercado - e cria uma confusão no público.

A professora de História da Arte da FCH, Zahira Souki,ressalta a dependência da arte às leis de mercado. “A partir do início do século XIX, a arte, que era tradicionalmente objeto de culto, passa a ser objeto
de troca. Com isso, é inserida de todas as maneiras às leis que regem uma sociedade de consumo”, define.

Douglas ressalta essa confusão. “O acesso à arte hoje é maior, mas a relação estabelecida é problemática. Há uma confusão entre autonomia estética e consumo. As pessoas buscam na arte um conforto, a boa forma, a distinção por status, contrários ao estranhamento e à busca pela diferenciação que devem acompanhar a arte”, admite.

Museus ganham novo significado

Há algumas décadas, uma das únicas formas de contato  com arte seria em uma visita a um museu.  Raras eram as publicações do gênero, e mesmo a televisão era um meio restrito para se abordar o tema. Hoje, canais especializados bombardeiam o público de informações, e
a internet se tornou um canal importante de divulgação das artes. Mas o acesso significa apenas uma convivência maior, ou uma consciência da relação entre arte e sociedade?

Para o crítico e artista plástico Márcio Sampaio, é inegável a maior divulgação de informações sobre arte, mas há também uma deficiência na relação com as obras.

“O acontecimento artístico está longe do cotidiano das pessoas. Temos uma carência de grandes museus, e, além disso, não é estimulado o interesse pelo contato com as obras”, lamenta. O maior problema? “A arte é um instrumento para desenvolver a consciência crítica. É uma forma de tocar as pessoas, fazê-las refletir. Não pode deixá-las cair no simples apelo do consumo”, admite. Para Márcio, sem a vivência da arte, as pessoas ficam de mãos vazias, sem perspectivas. Márcio Sampaio destaca ainda a agressividade na mudança da atenção dedicada às obras. “O apelo é da adrenalina, do barulho, há a necessidade do
espetáculo. A delicadeza e o traço leve perdem seu espaço. Os grandes painéis tomam o lugar da suavidade, são agressivos. No cinema dos Westerns, um tiro simbolizava uma disputa. No de hoje, só ataques em
massa, explosões”, compara.

Os museus tomaram novo significado na relação do público com a arte. Se em outros tempos eram praticamente os únicos lugares disponíveis para o acesso do público à arte, hoje sua configuração é outra, dado a exposição das manifestações artísticas na mídia. É o que destaca Euclides Guimarães. “Com a exposição das reproduções nos meios de comunicação, os museus ganham uma aura própria, por serem os únicos lugares em que as obras podem ser vistas. Há o ritual da visita a uma grande exposição”, destaca.

Museus ganham novo significado

Manuel Carvalho Gomes, artista plástico, crítico e professor de Teoria da Cor e Desenho de Observação,da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), começou a pintar há nove anos. Em suas exposições, percebe pelas reações do público como a arte desperta a observação e a curiosidade. “As pessoas buscam nos quadros uma indagação intelectual, algo que lhes faça sentido pelo pensamento. Eu observo o fascínio que as imagens exercem”, admite. Para Carvalho Gomes, a obra de arte ainda possui sua aura, mesmo com todas as técnicas de reprodução existentes. “A aura está presente no sentido criador
do artista, não no objeto em si. Ela não é apenas o domínio da técnica, mas a expressão de uma singularidade. A obra precisa se sustentar como objeto, não parar só no discurso ”, ressalta.

A artista plástica Fátima Santiago destaca a aproximação que a arte deve estabelecer com o público. “O artista trabalha com a expressão de um sentimento. Quando sua arte chega as pessoas, desperta muitas
vezes uma curiosidade em quem não tinha acesso àquele trabalho. Ela faz essa pessoa participar de uma experiência única em sua vida, cercada de riqueza e beleza”, analisa.

Desta forma, é necessário que haja a democratização e a popularização da arte, para que, consequentemente, todos possam fruir de sua singularidade.


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  • Postado em 18:34:52

06.04.07

Minha primeira matéria no ponto

No mês de Novembro do ano passado publiquei junto com o aluno Henrique Lisboa, aluno do 8º período de Jornalismo da Fumec sobre a imprensa.

A Imprensa na Corda Bamba

Insenção, imparcialidade e objetividade são palavras recorrentes na proposta da maioria dos veículos de comunicação. Em contrapartida, as escolas ensinam que esses jargões que não existem. O jornalista editor da revista Caros Amigos Renato Pompeu explica que existe sim parcialidade e que ela está regida por interesses outros que não o de prestar serviço público. ´´A mídia grande se apresenta como imparcial, mas na verdade cada veículo defende os seus interesses como empresas´´.

Há, no entanto, outros profissionais na área de Comunicação Social que ainda acreditam na imparcialidade da mídia. ´´O discurso da imprensa chega á sociedade brasileira sob o manto da imparcialidade, da verdade e da objetividade´´ afirma a relação públicas e coordenadora do projeto Sempre um Papo em Belo Horizonte, Ray Ribeiro. Porém ela explica que existe país onde essa imparcialidade vive ameaçada, como acontece em Israel, Líbano e outros.

A história da construção da imprensa no mundo se transformou após a hegemonia capitalista nos países entrais. Desde o surgimento da imprensa os jornais e revistas mantiveram posicionamentos partidários. Como ainda acontece na Europa.

Segundo o jornalista Cell Blanc, do site Rabisco, o caráter inicial do jornalismo mudou e quebrou o mito (ou ideal) da neutralidade adquirida após a Revolução Francesa, no século XVIII. ´´ O caráter social d informação, seu potencial transformador da realidade, sua legitimidade e autencidade foram abandonados. O capitalismo resultante das luzes está sendo mais forte que a liberdade que se esperava com esse período.´´

Na segunda metade do século XIX, o termo imparcialidade ganhou força nos EUA, mas os anunciantes perceberam que o público dos jornais partidários eram muito fragmentados, o que dificultava o lucro publicitário. Começaram, então, a eclodir agências de notícias, supostamente neutras, mas patrocinadas por estes mesmos anunciantes. O editor da revista Caros Amigos assegura que as´agências tornaram a feiura dos jornais mais barata, de modo que esses passaram a ser porta-vozes da ´´neutralidade´´ partidária, mas não da ´´neutralidade empresarial´´.

O Ponto entrevistou Francisco Fonseca, professor de Ciências Políticas na Fundação Getúlio Vargas em São Paulo autor do livro ´´O Consenso Forjado: a grande imprensa e a formação da agenda ultraliberal no Brasil´´ (Ed. Hucitec, São Paulo,205), um exame da grande imprensa no cenário político brasileiro entre os aos de 1985 e 1992.

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Entrevista que o ponto fez ao Francisco Fonseca

Essa entrevista faz parte da matéria sobre Imprensa na Corda Bamba

O Ponto entrevistou Francisco Fonseca, professor de Ciências Políticas na Fundação Getúlio Vargas em São Paulo autor do livro ´´O Consenso Forjado: a grande imprensa e a formação da agenda ultraliberal no Brasil´´ (Ed. Hucitec, São Paulo,205), um exame da grande imprensa no cenário político brasileiro entre os aos de 1985 e 1992.


O Ponto: Seu livro conclui, por uma análise minuciosa dos quatro grandes jornais brasileiros, que a imprensa defende uma agenda ultraliberal. Essa defesa foi feita de forma velada ou foi fácil chega e essa conclusão?


Francisco Fonseca: De modo geral a defesa da agenda ultraliberal deu-se de forma sofisticada, subliminar. Houve uma série de estratégicas e mecanismos, tais como fotos, charges, coberturas extremamente enviesadas... mas tudo isso entremeado com artigos, colunistas e pequenas matérias contrárias a esta Agenda, mas colocadas em segundo plano e que apareceram de forma incomparavelmente menor. Serviram apenas para legitimar o suposto pluralismo da imprensa.


O Ponto: Qual seria o interesses dos jornais em cristalizar essa agenda?


FF: Os jornais defendem os interesses do Capital Global - a articulação entre os capitais nacionais e externos - e as classes médias. Esta Agenda era de interesse desses segmentos, embora, no caso do Capital nacional, houvesse problemas relacionados á desnacionalização. Isso, apesar de problemático, não desfez o papel da imprensa como ´´intelectual orgânico´´ do capital. Seu interesse, além do mais, também foi empresarial, dado que boaparte das empresas de comunicação participou de processos de privatização, sobretudo na área da informação. Por fim, compararam o ideal ultraliberal de forma cabal, tendo em vista entendimento que um novo Estado em termos de investimentos privados surgiria desse processo.


O Ponto: Existe algum novo consenso sendo forjado hoje, quer na economia, quer em outras áreas?


FF: Há o consenso de que na macroeconomia aplicada ao Brasil é o único caminho possível, assim como co consenso de que a ordem internacional é esta e que devemos respeitá-la dessa forma.


O Ponto: Que a mídia é parcial, parece estar claro hoje. Mas como separar o joio do trigo?


FF: A questão é saber se: a) há responsabilidade na cobertura da mídia (afinal, liberdade sem responsabilidade se torna tirania); b) as diversas vozes e interesses da sociedade são ouvidos. Democracia implica pluralidade. Assim, se o MST, por exemplo, é coberto pela mídia com um´bando de loucos e subversivos, isso significa a criminalização dos movimentos sociais, o que contraria completamente a democracia. Outro exemplo: vi, no livro, que em dez anos de cobertura (que acompanhei), nenhum grevista jamais foi aceito como legítima. Isso é um crime! A luta entre capital e trabalho é vetada pela imprensa. É claramente possível melhorar as coberturas, punir pela lei, que precisa ser criada – as irresponsabilidades da imprensa e criar mecanismos de controle social. Nada disso, é ou pode ser censura, e sim democracia... pra valer.


O Ponto: O alcance da mídia impressa é relativamente baixo em relação á TV. Qual real implicação da defesa dessa agenda para a sociedade brasileira, principalmente para aqueles que lêem jornais?


FF: O fato de menos dez por cento dos brasileiros lerem jornais e revistas não é um problema, por incrível que pareça, pois a mídia impressa pauta as outras formas de mídia, sobretudo o rádio e a tv. Os leitores de jornais, por outro lado, também são retransmissores privilegiados que, por seu turno, formam a opinião dos mais pobre.


O Ponto: Você conclui nas suas pesquisas que os princípios adotados pela Folha de São Paul, por exemplo, na cobertura dos jornais? Do manual da Folha: o jornal deve fornecer informação correta, interpretação competente e pluralidade de opiniões sobre os fatos´. E quando ao fato de a folha ter noticiário apenas uma greve em 10 anos?
FF
: Na verdade, os jornais – a Folha incluída noticiaram todas as greves, mas para dizer que eram´políticas, subversivas, desestabilizadoras etc. No que os manuais pregam e o que é realidade há uma enorme distancia. No período de análise do livro posso afirmar que não houve pluralidade, sobretudo após a moratória de 1987 e sim ´´pensamento único´´.


O Ponto: Você acredita que a imprensa brasileira tem piorado sua cobertura nos anos posteriores á sua pesquisa?


FF: Durante o governo de FHC a cobertura foi extremamente pró – governo. Apesar disso, há movimentos da sociedade pró –democratização da mídia e isso de alguma forma impacta a grande imprensa. Não dá para dizer que melhorou, como um todo, pois trata-se de um complexo movimento, e que depende do tema, da correlação de forças, dos próprios interesses empresariais da mídia (por exemplo, dependência de empréstimos do BNDES), entre outros aspectos.


O Ponto: Em ano de eleições presidenciais, como você avalia a cobertura dos jornais sobre as campanhas?


FF: Os jornais estavam tranqüilos, pois nenhum dos principais candidatos oferecia agendas alternativas. Embora alguns tenham apoiado abertamente o PSDB, o fato é que, no essencial, não temiam ninguém.


O Ponto: Para o leitor em geral, qual é a sua recomendação para não ficar preso a pontos de vistas forjados? Existe uma forma de se informar sem ser induzido a acreditar em algo?


FF: Não é fácil ao leitor comum não ser capturado pela grande mídia. Mas ele pode e deve se informar por meio de órgãos de comunicação variados. Embora apenas 13%dos brasileiros acessam a Internet, as comunidades podem se organizar para ampliara esse acesso que é importante. Além do mais, participar de grupos e associações é fundamental para socializar a informação política. Por fim, devemos continuar lutando para ampliar, diversificar e democratizar p acesso á informação (rádios e tvs comunitárias, meios estatais de comunicação, desde que independentes, etc).


O Ponto: Por fim, o consenso da agenda ultraliberal ainda persiste na imprensa?


FF: Creio que, na essência este consenso ainda persiste. Veja o caso dos lucros dos bancos, da posição subalterna do Brasil perante a ordem internacional. Tudo isso explicita este consenso, embora haja rachaduras nele.

  • criado por  adrianagabriel2007 criado por adrianagabriel2007
  • Postado em 11:53:00

05.04.07

Trabalho Escravo ?

Trabalho escravo? Até quando? Não acabou? É mais um absurdo da nossa sociedade permitir o trabalho escavo continue nos dia de hoje. O combate desse crime ainda não terminou. Os quatro governadores eleitos: Ana Júlia Carepa do Pará, Jackson Lago do Maranhão, Jaques Wagner da Bahia e Welligton Dias do Piauí, assinaram a carta compromisso contra o trabalho escravo; e vão ter que apresentar propostas para acabar com esse crime. Mas que tipo mudança será essa? De boca a boca, de meia tigela ou algo que realmente faça diferença em nossa sociedade? Precisamos de pessoas que lutem para erradicar esse crime.

As pessoas de baixa renda são exploradas pelos grandes latifundiários não tendo como pagar sua divida. Mas qual a forma de pagamento dessa divida? O trabalho escravo? Porque? A forma de pagamento não poderia ser de uma forma que todos saíssem beneficiados? Uma forma em que o trabalhador receba um salário justo pela sua mão-de-obra. Já que eles querem é alguém que faça o serviço.

Como esses governantes vão acabar com o trabalho escravo? Vão fazer alguma lei que seja aprovada e o congresso vai aprovar? Fazer a lei e aprovar é fácil, o problema maior é colocá-la em pratica de forma que a população veja que trabalho escravo é crime e não aceite este tipo de comportamento. O congresso vai aprovar esse tipo de lei?

Um congresso que queira ver o crescimento populacional de sua nação.

Moramos em um país democrático que não luta para o fim de certos grupos sociais que não estão preocupados com a conscientização do homem na sociedade, e que possua grupos que determinados grupos não cresça e não opine, tendo a oportunidade de manipular os pequenos grupos, como acontece nas cidades do interior, que a maioria das pessoas não tiveram acesso a educação, tiveram sua única oportunidade de achar que cresceriam foi trabalhar pros grandes latifundiários.

Não importa sua classe social, o que interessa para eles, é se você tem garra e disposição pro trabalho.

Queremos um país democrático, sem descriminação e que todos vivem respeitando aos próximos.

Esse foi o meu segundo artigo universitário.

  • criado por  adrianagabriel2007 criado por adrianagabriel2007
  • Postado em 21:04:25