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Eu entrei na Faulade de Ciências Humanas - Fumec no início do 2º Semestre de 2006, onde no momento estou cursando Comunicação Social enfâse em Jornalismo.
E no meu Primeiro semestre procurei escrever artigo para o nosso jornal laboratório ´´O Ponto´´. Desta vez deixarei aqui o meu primeiro artigo publicado no mês de Outubro do ano passado.
O que vem com reforma política?
Como será que está a reforma política na agenda dos nossos representantes? Será que eles estão fazendo realmete a reforma? Uma das medidas dessa reforma é a cláusula de barreira. O que eles querem com essa iniciativa é reduzir o númro de partidos pequenos, usando o pretexto da pequena bancada no congresso e a dispersão partidára e poderia formar maiorias sólidas para votações de questões relevantes.
O partido que não lcançar 5% dos votos na câmara federal, não terá direito a repesentação parlamenta, participção ao fundo finaneiro partidário, acesso ao rádio e TV para expor seu programa e a canditadura futuras. porcentagem da clásula de barrera deveria ser maior para dar mais oportunidades aos partidos pequenos de expor suas propagandas. Com um horário eleitoral menor do que foi na últma campanha eleitoral.
Acabar ou reduzir os horários políticos ds televisões e rádios conhecidos pela lei eleitoral aos partidos e candidatos é proposta das mais absurdas que restringe á librdade de informação e o direito do eleitor de analisar as propostas dos candidatos para votar conscientimente. Quem mais pressiona para que o acesso ao rádio e a TV seja extnto são os grupos econômicos, com a intenção de manipular eleições por meio da despolitização do processo eleitoral.
A questão do voto distrital, misto ou puro, exigiria uma grande mexida na Constituição. O voto distrital adota o sistema de votação majoritária. Parece ser muito difícl implantar esse sistema no Brasil. A população não aceitaria perder sua identidade ideológica e o poder de expressões democática.
Outra proposta que não tem sentido é a de separar as eleiçõs de deputados da de presidente da República. Melhor seriam eleições para cargos distintos com uma maior coerência na escolha do Presidente e dos parlamentares.
O governo deveria fazer o que promete e não correr dos seu compromissos. Falar é fácil, o difícl é o fazer. Nossos representantes nos passam a perna e fogem dos compromissos na hora de prestar as contas. Nada adianta fazer sem prestar contas a população brasileira.